PSICOSSOMA
A VERDADE PROIBIDA
O Satanário como Sanatório

Não é a vida após a morte, por assim dizer, a nossa existência espiritual, o oposto e a continuação ao mesmo tempo daquilo que estamos vivendo aqui e agora?

Não é o nosso mundo dividido no conceitual par de opostos do bem e do mal, direita e esquerda, preto e branco, em prol do nosso discernimento, para se conscientizar e diferenciar, se sensibilizar pelas qualidades?

Não era por isto, que nos tínhamos que morder aquela maravilhosamente doce-ácida maçã, que Eva nos ofereceu, depois que o Creador tinha criado primeiro a Cobra e depois, ainda, também, a Mulher, para que ELE se levantasse da Sua matuta inconsciência eônica, para que ELE tivesse um motivo para nos expulsar do Paraíso, no qual ELE estava entediado daquele jeito, para que nós, como as Suas Criaturas e a imagem Dele Mesmo, descobríssemos e vivêssemos para Ele a vida na existência concreta, para Ele se perceber quem seria em realidade manifesta?

E ELE, justamente por isto, não tinha nos proibido a busca pela consciência, para que seja protegido e nunca desvendado seu próprio não-se-conhecer, e ainda nós forçou a pecar por que ELE era ávido pela vida, a qual, sem nós, ELE nunca poderia ter visto e vivido daquele jeito?

Não é criada a nossa culpa somente após as ordens e as regras, e não é, que isto significa que o nosso verdadeiro ser é pura inocência?

Não virou o Creador, no ato da creação, "generosamente" e sem alternativa o seu interioríssimo para fora, mandou o para a materialização, para criar o mundo e reconhecer a si próprio, seguindo o inconsciente impulso da Sua própria natureza?

E nós, que estamos crescendo agora no vale pecaminoso da cognição do prazer, para que cresçamos similares a Ele, recalcando como bons filhos do nosso autoritário pai, obedientemente, aquela metade do nosso ser, proibindo a nos mesmos, o que Ele se permitiu, quando nós fez, o prazer de viver ...

Não nunca quereremos nos tornar adultos?

Não nunca quereremos nos tornar sarados, saudáveis, inteiros?

Nunca quereremos realizar em nos a própria saudade de Deus ao dar a nos mesmos, no mínimo, a ocasião que ela se realize?

Não quereremos voltar à União, concretizar o Divino em nos, através da iluminação do nosso verdadeiro ser?

Não quereremos permitir à existência, que ela nos mostre a nossa essência, o nosso inconsciente se tornando consciente, que elucide as nossas sombras, que o espelho do nosso ambiente se torne interpretável com significados, moldando um corpo, cujo centro de consciência jazesse no nosso coração?

Não queremos iluminar as nossas doenças, sofrimentos e acidentes, que estão pedindo a serem interpretados e compreendidos, como projeções dos nossos erros e desvios, para que sejamos aliviados?

Não quereremos nos deixar cair naquele profundo relaxamento curador, transe místico, que nos abriria o entendimento, que a Unidade Individual encontre o Atemporal, a Unidade Universal?

O que podemos fazer, o que devemos deixar? Podemos forçar? Vidas passadas, bioenergética, hiperventilação, treinamento autógeno? Meditação, discipulado, dinheiro, poder, sexo e política? Conduta estrategicamente correta, recalcamento consciente, agressividade disfarçada? Quanto pior nos vamos, tanto mais forte nos pisamos?

Quereremos passar a responsabilidade por nos mesmos ao próximo lobo em pele de ovelha, ao próximo barbudo em tunica de mestre? Queremos depositar a nossa saúde por bom preço nas companhias de seguro, que, como boas instituições comerciais, somente sobreviverão, se alimentarem as doenças?

Devemos-nos expor a conceitos e Egos de terapeutas, para refrescar a auto-afirmação alheia às nossas custas espirituais e financeiras? Devemos-nos entregar aos tecnocratas da medicina, aos marca passos da conduta, às próteses do sistema, aos cirurgiões plásticos da alma?

Em que nos somos diferentes da natureza, das plantas e dos animais, cuja paz interior e bem-aventurança jazem nas mãos da Alta Providencia? Não depende unicamente do grau da auto-consciência e, se seguindo daí, da liberdade para errar, para se deixar guiar devotamente pela Ordem Mor?

Porque é tão difícil reconhecer o nosso próximo em nos mesmos e entregar para a Providencia a grande alquimia, para que se consuma a consciência superior da nossa grande alma comum, toda-única, no coração da nossa existência individual, para que tornemos-nos sarados e íntegros-integrados com tudo que somos, filhos de Deus?

É uma audácia, e é preciso muita coragem, rebelar e render-se desta maneira, ao mesmo momento, seguindo espontaneamente às intuições e impulsos com a inocência do não saber!

Todos os buscadores místicos, curadores e profetas, que já se ousaram, foram, na medida que contestaram o "senso comum", crucificados de uma ou de outra maneira!

O que nos resta então?

Não deveríamos nos juntar com os afins e igualmente necessitados e iniciar um "teste de laboratório" num Sanatório-Satanário, com paixão, amor e compreensão ao próximo, e preparar assim para nos mesmos um berço onde nos é permitido viver e expressar tudo, também as nossas tendências a-morais e a-sociais, sem que tivéssemos que ter medo de sermos expulsos ou condenados, pois, na verdade, temos certeza absoluta sobre o bem e o mal?

Vamos empreender esta aventura para experimentar como a nossa alma comum nos guia e cura e unifica, e como o circulo, dos que se juntam a nos, cada vez mais aumenta para aliviar o mundo como nós nos aliviamos, num confiante e mútuo fazer e ser feito, junto, pelo amigo, pelo amante, no nosso "Satanário" ?!

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